terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A batalha.

 
   De um singelo sinal, se esboça em seu consciente inúmeras dúvidas. "Mas, será?"; "Tem jeito?".  Quando percebemos, já estamos presos em sua grandiosa e infalível armadilha. Lutamos bravamente relutante às suas imposições, mas independentemente das circunstâncias ficamos alheio às suas ordens, como marionetes manipuladas. Tentamos entender, compreender suas razões, seus argumentos, mas torna se uma árdua tarefa dar um simples passo nesse campo de guerra.
   Em um segundo momento, o invencível inimigo ganha contornos mais definidos, intensos. Armas à postos, cautela e atenção para seus movimentos que já não mais lhe ameaçam, mas confundem, nos acuando do jeito que a natureza impôs quando encaramos o misterioso. Queremos apreender a cada instante, os seus mínimos detalhes.
   No ato final, paz. Permitiu-se que as ações perdessem seu sentido e que a serenidade tomassem conta de si. A luta, as disputas, foram meramente complicações para uma batalha vencida. E afinal, foi tão difícil perceber que seu adversário somente queria seu bem?


  Feliz dia de São Valentim (Atrasado!).

7 comentários:

  1. a batalha toda se resume em decifrar os movimentos do oponente, não??

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  2. blz, depois que vc me explicou exatamente o que quis dizer com esse texto eu entendi.
    vc poderia ser mais objetivo nao?
    auHAUhuahua

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  3. Nao entendi nada, alem de que o seu adversario queria o seu bem. Hehe

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  4. naffe vina!
    como nao entendeu nada? ahuahua
    sua ruim!

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  5. Nossa, kel, que sutileza! Adorei o texto.
    E, sim, sou eu quem escreve os poemas do meu blog. Quando é citação de outra pessoa sempre coloco a fonte.
    Beijos!

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  6. Okay, okay... Agora eu li de novo e acho que fez mais sentido. Hahaha...

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